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Hemobrás participa de debate sobre integridade e governança em evento na Paraíba

Representantes da Auditoria Interna e da Assessoria de Conformidade e Gestão de Riscos (ACGR) da Hemobrás participaram, nessa segunda-feira (13.10), do Encontro Paraibano de Integridade Empresarial, promovido pelo SEBRAE/PB, em parceria com a CGU, CGE-PB, CGM-JP e CAGEPA, em João Pessoa. O evento reuniu empresários, gestores públicos e especialistas em governança para discutir a importância dos programas de integridade e de compliance nas relações entre o setor público e o privado, com foco na ética, transparência e sustentabilidade das práticas empresariais.

A Auditora-Geral da Hemobrás, Conceição Policarpo, ressaltou que a presença da empresa em iniciativas como essa reforça seu compromisso com os valores que sustentam a integridade pública: “Participar de discussões sobre integridade empresarial é reafirmar a responsabilidade da Hemobrás em conduzir suas ações de forma ética, transparente e alinhada às melhores práticas de governança. Integridade é um pilar essencial para o fortalecimento institucional.”

A Assessora de Conformidade e Gestão de Riscos, Talita Menezes, destacou o papel estratégico da integração entre órgãos públicos e empresas privadas na consolidação de um ambiente de negócios mais íntegro: “Quando as instituições compartilham experiências e constroem pontes de cooperação, fortalecem a confiança e o compromisso coletivo com a ética. Esse é um caminho indispensável para promover uma cultura organizacional orientada pela integridade, prevenção de riscos e excelência na gestão”, finalizou.




CADM tem nova conselheira

Durante a 9ª Reunião Ordinária do Conselho de Administração da Hemobrás (CADM), realizada na última sexta-feira (19.09), foi empossada Regina Lemos de Andrade, membra representante do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços – MGI. A nova representante do CADM foi eleita durante a 4ª Assembleia Geral Extraordinária, realizada na mesma data.

A presidente do Conselho de Administração, Fernanda de Negri, realizou a posse, que foi acompanhada, de forma virtual, pelo presidente substituto da Hemobrás, Antônio Edson de Lucena, pelo Diretor de Administração e Finanças, André Pinho, e pela chefe de gabinete, Adelaide Caldas.




Hemobrás participa de reunião das Comissões Intergovernamentais do Mercosul

 

A convite da Coordenação-Geral de Sangue e Hemoderivados, do Ministério da Saúde, a Hemobrás esteve presente na Reunião das Comissões Intergovernamentais do Mercosul.

A Hemobrás foi convidada a participar da Reunião das Comissões Intergovernamentais do Mercosul, realizada de 15 a 17 de setembro, em Brasília-DF. A gerente de Produtos e Suprimentos Farmacêuticos, Melissa Papaléo, e a chefe de gabinete, Adelaide Caldas, representaram a empresa.

Neste semestre, o Brasil ocupa a Presidência Pro Tempore do Mercosul, cabendo à Coordenação-Geral de Sangue e Hemoderivados – CGSH, do Ministério da Saúde, a coordenação da Comissão Intergovernamental de Sangue e Hemoderivados (CISH). A Coordenação de Sangue convidou a Hemobrás a participar desta reunião, fim de que pudesse contribuir para o fortalecimento do processo de integração regional e para o avanço dos trabalhos desenvolvidos no âmbito destas Comissões Intergovernamentais.

Na ocasião, o colegiado discutiu temáticas como o fortalecimento da gestão regional de doações de sangue raro, a facilitação da logística para o transporte internacional de amostras e unidades biológicas, a promoção da autossuficiência dos Estados Parte em medicamentos hemoderivados, o monitoramento da qualidade dos serviços integrantes do Sistema Nacional de Sangue e a implementação de ações de Gerenciamento do Sangue do Paciente, o chamado Patient Blood Management (PBM).

A promoção da autossuficiência em medicamentos hemoderivados foi um dos pontos debatidos na reunião.

 




Conselho Fiscal da Hemobrás empossa membros e elege novo presidente em Reunião Extraordinária

Durante a 8ª Reunião Ordinária do Conselho Fiscal da Hemobrás (CF), realizada nesta quarta-feira (20.08), representantes do Ministério da Saúde – MS, Adriano Massuda e Rodrigo Oliveira, foram empossados novos conselheiros. A eleição dos novos membros aconteceu na 3ª Assembleia Geral Extraordinária, realizada no dia 01 de agosto.

Massuda é secretário-Executivo do Ministério da Saúde, doutor em Saúde Coletiva pela Unicamp e foi pesquisador-visitante na Harvard T.H. Chan School of Public Health. Rodrigo Oliveira dirige o Departamento de Estratégias para a Expansão e Qualificação da Atenção Especializada, responsável pela gestão do Programa Agora Tem Especialistas.

Durante a ocasião, o Conselho Fiscal elegeu Daniel de Paula como novo presidente do Conselho Fiscal. Ele já atua no conselho desde agosto de 2023.




Hemobrás fortalece soberania da saúde com inauguração da fábrica de hemoderivados

A Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia – Hemobrás dá um passo importante rumo à autossuficiência na produção de medicamentos essenciais para o Sistema Único de Saúde (SUS) com a inauguração da fábrica de medicamentos hemoderivados. A cerimônia contou com a presença de diversas autoridades, entre elas, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e aconteceu no parque fabril de Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, nessa quinta-feira (14.08).

A nova planta fabril da Hemobrás é resultado de um investimento de R$ 1,9 bilhão e vai produzir medicamentos a partir do plasma humano, um dos componentes do sangue coletado nas doações voluntárias realizadas em todo o País. Inicialmente, a Hemobrás continuará abastecendo o SUS com a Albumina, a Imunoglobulina e os fatores de coagulação VIII e IX. Esses medicamentos já são entregues desde 2012, juntamente com o Fator de Coagulação VIII recombinante (produzido por biotecnologia, sem a necessidade do plasma), a partir dos contratos de transferência de tecnologia firmados pela Hemobrás. Em 2024, a empresa bateu o recorde no abastecimento dos produtos ao SUS, com 552 mil frascos de hemoderivados e 870 milhões de Unidades Internacionais (UIs) de recombinantes entregues. Com a nova fábrica, a empresa assume, paulatinamente, a produção 100% nacional e também terá condições de incorporar os medicamentos Fator de von Willebrand e Complexo Protrombínico.

“Os hemoderivados são medicamentos essenciais e que são usados em diversos tratamentos, como o atendimento a queimados graves, pacientes de UTIs, cirurgias de grande porte, em condições como a hemofilia A e B e em doenças raras como a Síndrome de Guillain-Barré, púrpura e lúpus, entre outras. São medicamentos de alto custo, que a população brasileira tem acesso gratuito através do SUS, a partir de uma tecnologia de produção que poucos países no mundo dominam e que está a serviço do Brasil, promovendo a soberania do nosso país nesse setor estratégico que é a Saúde”, comentou a presidente da Hemobrás, Ana Paula Menezes.

Com a inauguração dos blocos B02 (fracionamento do plasma) e B03 (envase e liofilização) e a entrega dos equipamentos, a nova fábrica dá início à qualificação de processos, uma obrigatoriedade do exigente setor farmacêutico. A expectativa é que já no próximo ano a empresa comece a fracionar o plasma, processo onde são obtidas as proteínas que servem de matéria-prima e que, após serem refinadas, se transformam nos medicamentos. Ano após ano, de forma escalonada, a Hemobrás irá ampliando o volume de plasma fracionado e a quantidade de medicamentos produzidos. A previsão é de que em quatro anos a empresa atinja a capacidade de 500 mil litros/ano de plasma fracionado e produza seis medicamentos.

Atualmente, a Hemobrás recolhe o plasma excedente de 72 hemocentros públicos e serviços de hemoterapia privados de todas as regiões do país. Esse plasma é enviado para o Complexo Industrial da empresa, em Goiana, onde passa pela triagem e armazenamento em câmera fria, no bloco B01. No ano passado, a Hemobrás conseguiu captar 200,2 mil litros de plasma, a maior marca da história da empresa. “Nossa parceria com a hemorrede é constante, pois o universo de plasma excedente a ser coletado no Brasil é bem maior, de 600 mil litros. Há melhorias que necessitam ser feitas nos hemocentros públicos, algo que o Ministério da Saúde tem cuidado, com um investimento de R$ 100 milhões do Novo PAC. E estamos tentando sensibilizar os bancos de sangue privados, que não permitem que a Hemobrás colete o plasma doado pela população”, explicou Ana Paula Menezes.

Entenda como é o processo de coleta do plasma
Os medicamentos hemoderivados são aqueles produzidos a partir do plasma humano captado nas doações de sangue voluntárias e altruísta realizadas em todas as regiões do Brasil. Após uma doação, o sangue passa por um processo de separação de seus componentes nos hemocentros públicos e serviços de hemoterapia privados. Plaquetas, hemácias e apenas 30% do plasma são utilizados em transfusões. O restante do plasma, chamado de excedente, é congelado dentro dos padrões da indústria farmacêutica e fica sob responsabilidade da Hemobrás, para produção dos hemoderivados.

Fábrica de biotecnologia já está em fase de produção nacional
Inaugurada em abril do ano passado, a Fábrica de Medicamentos Produzidos por Biotecnologia, localizada no bloco B07 do Complexo Industrial da Hemobrás, comemorou esta semana o fechamento do primeiro lote do Hemo-8r (Fator de Coagulação VIII recombinante) embalado em Goiana. Após passar por todas as fases de qualificação de equipamentos e processos, a planta recebeu uma inspeção da Anvisa no mês de julho e recebeu o certificado de Boas Práticas de Fabricação, estando apta a realizar esta que é a primeira das três etapas de produção nacional. Até o final deste ano, a Hemobrás dará início à segunda etapa, envasando o primeiro lote de medicamentos. E até o final de 2026, fecha a última etapa, com a fabricação do IFA (insumo farmacêutico ativo).




Hemobrás e Fiocruz vão desenvolver teste com tecnologia NAT para hepatite A e Parvovírus B19

A Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) e a Fiocruz firmaram, nessa quarta-feira (30/7), uma cooperação para o desenvolvimento de um teste molecular inédito para detecção de hepatite A e Parvovírus B19 em plasma sanguíneo. O kit de testagem, 100% nacional, visa garantir a biossegurança e o alto padrão de qualidade na produção de medicamentos hemoderivados no Brasil, voltados para o tratamento, por exemplo, de infecções, queimaduras graves, sangramentos, coagulopatias (como a hemofilia) e doenças autoimunes (como a Síndrome de Guillain-Barré).

O teste terá como base a tecnologia já consolidada utilizada no teste molecular NAT Plus, produzido pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) para a detecção de HIV, hepatites B e C, e malária em hemocentros brasileiros. Intitulado NAT Plasma Hemobrás, o novo kit será específico para atender os processos da estatal, mas seguirá os devidos padrões industriais nacionais e internacionais.

Os medicamentos hemoderivados são produzidos a partir do plasma excedente captado nas doações de sangue voluntárias realizadas pela população brasileira junto à hemorrede nacional (gerenciada pela Hemobrás), formada pelos hemocentros públicos e serviços de hemoterapia privados. De acordo com o Ministério da Saúde, apenas em 2023 (dados mais recentes), cerca de 3,2 milhões de bolsas de sangue foram coletadas no Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2024, a Hemobrás recolheu uma quantidade recorde de 200,2 mil litros de plasma excedente e, para 2025, a expectativa é chegar a 250 mil litros captados. A futura adoção do teste desenvolvido pode permitir a testagem sistemática de grandes volumes de plasma coletados, garantindo a eliminação de unidades potencialmente contaminadas e a redução do risco de transmissão viral por imunoglobulinas e outros derivados.

Com a inauguração da fábrica da Hemobrás em agosto de 2025 e o início da produção em 2026, o Brasil deixará de enviar plasma para fracionamento no exterior, consolidando a autossuficiência na produção de medicamentos estratégicos como imunoglobulinas, albumina e fatores de coagulação. Sem a parceria para o desenvolvimento do novo teste, o país continuaria dependente de insumos estrangeiros para realizar essa etapa do controle de qualidade e biossegurança.

Em solenidade no campus de Manguinhos da Fundação, no Rio de Janeiro, a indústria de medicamentos estatal federal assinou um termo de cooperação com Bio-Manguinhos/Fiocruz.

“A Fiocruz é uma instituição reconhecida por sua longa trajetória em pesquisa aplicada, inovação e no desenvolvimento dos kits para diagnóstico validados nacionalmente. Essa cooperação oferece um suporte técnico-científico crucial para que a Hemobrás possa fortalecer nossos já eficientes processos de controle da qualidade do plasma, minimizando riscos sanitários e permitindo que a nossa produção 100% nacional tenha parâmetros tão seguros e eficazes quanto aqueles adotados pelo nosso fornecedor internacional. Além disso, é uma parceria que fortalece a base científica nacional e o Complexo Econômico e Industrial da Saúde [Ceis]”, afirmou a presidente da Hemobrás, Ana Paula Menezes.

Presidente da Fiocruz, Mario Moreira afirma que a parceria com a Hemobrás é mais uma ação de fortalecimento do SUS e trará ainda mais segurança no uso de hemoderivados. “São duas instituições públicas e estratégicas do Estado, comprometidas com a saúde de milhões de brasileiros e em oferecer produtos com eficácia e eficiência para o SUS. Essa cooperação reforça a Rede de Serviços Hemoterápicos do Brasil e o Sistema Nacional de Sangue, Componentes e Hemoderivados, contribuindo para o aprimoramento da política nacional de sangue e hemoderivados, referência mundial pela sua excelência”.

A Fiocruz, por meio de Bio-Manguinhos, assume papel estratégico no desenvolvimento do novo teste molecular para hepatite A e Parvovírus B19, liderando toda a parte técnica do projeto. O Instituto é responsável pelo desenho da reação molecular multiplex, pela customização das soluções integradas (kits, equipamentos e softwares), bem como pela elaboração da documentação técnica necessária para a validação e posterior implementação do teste. A execução do projeto está prevista para doze meses, com entregas programadas ao final de cada etapa e acompanhamento técnico.

Diretora de Bio-Manguinhos/Fiocruz, Rosane Cuber Guimarães aponta que a incorporação do novo kit na parceria com a Hemobrás reforça a estratégia nacional de garantir a autossuficiência na produção de hemoderivados no Brasil. “Ao assegurar a qualidade e a biossegurança do plasma para fins industriais, o novo teste fortalece não apenas a cadeia produtiva, mas também a política pública de acesso a medicamentos estratégicos. A partir dessa parceria, as instituições federais de biotecnologia elevam seus padrões produtivos, alinhando-se às melhores práticas internacionais”, afirmou.

Metodologia NAT

O teste NAT (Nucleic Acid Testing) é uma metodologia de biologia molecular voltada à detecção precoce de material genético viral (DNA ou RNA) em amostras biológicas, como o plasma humano, antes mesmo da resposta imunológica do organismo. Ao reduzir significativamente a janela imunológica de detecção de agentes infecciosos como HIV, hepatites B e C, e, mais recentemente, malária, o NAT se tornou uma ferramenta essencial para garantir a segurança do sangue e de seus derivados. No Brasil, o desenvolvimento do NAT, um produto 100% nacional, foi conduzido por Bio-Manguinhos/Fiocruz a partir de 2002, por meio de um esforço articulado entre instituições públicas e o Ministério da Saúde (MS). Esse processo resultou na criação de um kit nacional com alto desempenho, menor custo em relação aos importados e capacidade de adaptação às necessidades locais.

Ao longo de duas décadas, a Fiocruz tem mantido um programa contínuo de pesquisa e desenvolvimento voltado à evolução dos testes, com destaque para a introdução da versão NAT Plus, que ampliou em toda a hemorrede o escopo da triagem para incluir o agente causador da malária. Estudos demonstraram a elevada eficácia do teste, inclusive em doadores assintomáticos e em regiões não endêmicas, prevenindo potenciais casos de transmissão transfusional. Essa capacidade de detecção precoce amplia significativamente a vigilância epidemiológica nacional, permitindo identificar e bloquear a circulação de agentes infecciosos antes que causem surtos ou coloquem em risco a segurança do sangue e de seus derivados.

A implementação do NAT Plus, primeiro kit diagnóstico do mundo a detectar a malária, elevou o Brasil ao mais alto patamar de segurança nas transfusões de sangue. A experiência acumulada com este projeto consolidou Bio-Manguinhos/Fiocruz como referência em diagnóstico molecular no país.




Hemobrás se destaca em auditoria do TCU sobre adequação à LGPD

A Hemobrás obteve posição de destaque em auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para avaliar os controles implementados pelas organizações públicas federais para adequação à Lei 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – LGPD).
A estatal obteve o índice de adequação à LGPD de 81,50%, o que corresponde ao nível “Aprimorado”, que consiste no nível máximo da escala de avaliação utilizada na auditoria.

O indicador médio das 387 organizações auditadas foi de 44,44%. Considerando apenas as estatais, segmento do qual a Hemobrás faz parte, esse valor médio foi de 52,50%. Apenas 67 organizações ficaram situadas no nível de adequação máximo.

O Relatório de Feedback da Hemobrás está disponível no portal. Para acessá-lo, clique aqui.

Sobre a Auditoria

A auditoria foi realizada entre maio e setembro de 2024 (TC 009.980/2024-5; Acórdão 1372/2025-TCU-Plenário, de relatoria do Ministro Walton Alencar Rodrigues).

O método utilizado pelo TCU para avaliar as organizações foi o de autoavaliação de controles internos, por meio do qual foi disponibilizado um questionário eletrônico para que os gestores preenchessem as respostas que melhor refletiam a situação atual do respectivo ente com relação à implementação de medidas de adequação à LGPD, solicitando-se, adicionalmente, o envio das evidências correspondentes.

As perguntas do questionário tiveram como referências principais a própria LGPD (Lei 13.709/2018) e a Lei 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação – LAI), além de normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. Adicionalmente, foram considerados outros normativos e documentos elaborados pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados – ANPD.

A partir dos dados obtidos e de modo a possibilitar comparações entre as diferentes organizações auditadas, no que tange ao nível de adequação à LGPD, o TCU elaborou uma fórmula matemática para, com base nas respostas fornecidas por cada órgão/entidade, calcular um “indicador de adequação à LGPD” (iLGPD), entre 0 e 100%, o qual representa, em última instância, o grau de implementação das medidas de adequação avaliadas na auditoria.

A partir do cálculo do iLGPD (valor entre 0 e 100%), foram definidos quatro níveis/faixas de adequação à LGPD: “Inexpressivo” (0 ≤ iLGPD < 15%), “Iniciando” (15% ≤ iLGPD < 40%), “Intermediário” (40% ≤ iLGPD ≤ 70%) e “Aprimorado” (70% < iLGPD ≤ 100%).




Hemobrás sedia 177ª reunião do Fórum de Gestão da Ética e da Integridade na Administração Pública

A Hemobrás recebeu nesta quinta-feira (24/07) a 177ª reunião do Fórum de Gestão da Ética e da Integridade na Administração Pública. O encontro contou com a presença de representantes das comissões de ética de diversos órgãos públicos e empresas estatais. Membros de todas as comissões e comitês da Hemobrás, como Integridade, ASG, Diversidade e Inclusão e Cipa, também participaram do momento, compartilhando boas práticas da empresa. Nesta sexta (25), os participantes do fórum conheceram o parque fabril da estatal federal, em Goiana-PE.

A abertura da reunião foi conduzida pelo presidente da Comissão de Ética da Hemobrás, Glemisson Silva, que destacou o papel do fórum para o fortalecimento da cultura governamental como um trabalho educativo e transparente.

“Acreditamos que a ética se constrói com educação. Nosso trabalho é, acima de tudo, educativo: promover boas práticas e combater aquelas que prejudiquem a convivência saudável no ambiente institucional”

Ana Paula Menezes, presidente da Hemobrás, ressaltou estratégias fundamentais para o fortalecimento de um ambiente organizacional mais justo, ético e seguro. Ela reforçou que a incorporação dos valores defendidos pelo fórum é essencial para reafirmar a credibilidade da estatal, impulsionando cada vez mais os pilares da sustentabilidade, da responsabilidade social e da governança.

“Como empresa pública, temos a responsabilidade de aplicar princípios como integridade, transparência e respeito dentro da governança e na produção de medicamentos que impactam diretamente a saúde da população brasileira. É isso que buscamos construir na Hemobrás”, afirmou a presidente.

O presidente do Fórum de Gestão da Ética e da Integridade, Leandro Ravache, enfatizou a função do Fórum na construção de ambientes mais saudáveis e integrados. Ele salientou que utilizar da ética como orientador de comportamentos e decisões conduz as empresas para um melhor funcionamento organizacional.
“O Fórum é um espaço para fortalecer a cultura da integridade, permitindo que empresas compartilhem experiências e se apoiem na construção de ambientes mais éticos e inclusivos.”

Participaram da reunião representantes da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest), da Infraero, dos Correios, do BNDES, do Banco da Amazônia, da Empresa Gestora de Ativos (Emgea), do Banco do Nordeste, da Infra S.A., da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego).




Hemobrás recebe coordenadora do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, do Ministério das Mulheres

A Hemobrás recebeu a visita de Simone Schaffer, coordenadora do Programa Pró‑Equidade de Gênero e Raça, promovido pelo Ministério das Mulheres. A reunião contou com a presença da presidente da Hemobrás, Ana Paula Menezes, e de integrantes do Comitê de Diversidade e Inclusão da empresa, nessa quinta-feira (17).

Em abril de 2024, a Hemobrás aderiu à 7ª edição do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, priorizando a promoção da diversidade no ambiente institucional. Atualmente, 88 empresas participam da programa, que teve início com indústrias do setor elétrico e petrolífero, e se expandiu. Para Simone Schaffer, o programa tem como missões fomentar novos olhares na gestão de pessoas e fortalecer a cultura organizacional, de maneira inclusiva e diversa.

A importância da divisão das tarefas domésticas e o compartilhamento do cuidado entre homens e mulheres é uma das pautas do programa. Em março, a Hemobrás trouxe essa temática para o corpo funcional nas comemorações do Dia Internacional da Mulher com a palestra “Compartilhamento do Cuidado: investindo no futuro da sociedade”, ministrada por Lorena Abrahão, coordenadora de Formação e Articulação do Ministério das Mulheres. Schaffer destaca que as discussões internas sempre extrapolam o ambiente institucional. “São cerca de 800 mil pessoas envolvidas nessa 7ª edição do programa, entre funcionários e funcionárias, mas o número de impactados é bem maior, a gente estima que o triplo de pessoas, já que as discussões chegam nas casas, com os familiares, com os amigos, trazendo reflexões importantes a respeito do papel de cada um na construção de uma sociedade mais igualitária”, comemora.




Hemobrás reforça parceria com Grupo GSH e qualifica serviço no Recife

O serviço de hemoterapia Hemato, do grupo GSH, é o mais novo qualificado a fornecer plasma à Hemobrás para produção de medicamentos hemoderivados. A qualificação foi marcada com uma agenda de dois dias de atividades, com início na fábrica da Hemobrás, em Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, e encerramento nas instalações do Hemato, no Recife, nesta quinta-feira (26.06). O certificado de qualificação foi entregue pela presidente da Hemobrás, Ana Paula Menezes, ao gerente do Operações do Hemato, Alexsandro Silva.

Para o vice-presidente do Grupo GSH, Eduardo Ferro, a expectativa é de expandir a parceria com a Hemobrás. “Para nós, é muito importante poder contribuir com a produção dos medicamentos hemoderivados. Conhecer a fábrica foi uma experiência impressionante e excelente para perceber a grandiosidade da empresa”, avaliou.

O processo de qualificação contou com uma auditoria da equipe técnica da Hemobrás para verificar se o plasma recolhido no Hemato atende a todos os requisitos para produção de medicamentos. “Ao certificar o Hemato, a Hemobrás está garantindo a qualidade do plasma recolhido. Com esse plasma serão produzidos hemoderivados que são utilizados pela população brasileira”, explicou a presidente Ana Paula Menezes. “Para nós, é muito importante essa parceria e o momento é de agradecer à toda a equipe que se empenhou para que esse momento acontecesse”, finalizou.

A equipe da Hemobrás já auditou 11 serviços de hemoterapia do Grupo GSH. O primeiro qualificado foi o Hemato, no Recife, o que sela a importância estratégica de Pernambuco com a Hemobrás. Em julho, será a vez do Complexo de Hemoterapia de São Paulo, o maior do Grupo, receber a autorização para envio de plasma à estatal.

Com o plasma dos serviços de hemoterapia públicos e privados de todo o país, a Hemobrás fornece quatro medicamentos hemoderivados ao SUS: albumina, imunoglobulina, fator VIII e fator IX de coagulação plasmáticos, que são utilizados no tratamento de doenças raras e cirurgias, como a de grandes queimados.